*Tekton: Construindo Textos e Realidades


Eis que nasce Tekton, o lugar onde o texto pretende ser maior que a soma de suas partes.

Foi lendo um artigo para a faculdade que me deparei com a palavra grega tekton, que significa construtor. Imediatamente soube que seria ela que daria luz ao espaço que já pretendia criar aqui no site. Segundo o autor do artigo, Pedro Celso Campos, o médico filósofo e economista russo Alexander Bogdanov nomeou sua teoria de "Tectologia" a partir de tal palavra. Portanto, porque a escritora, artesã e aspirante à jornalista Juliana Líbano também não poderia fazer uso dela?


Pois bem. Lanço mão não só de agregar a palavra ao site, mas também de trazer elementos da própria Tectologia, como a Ciência das Estruturas, para explicar inclusive a frase: "o lugar onde o texto pretende ser maior que a soma de suas partes".


VAMOS AO CONTEXTO


Historicamente, segundo Campos, foi a partir daí que a ciência chegou a"uma formulação sistêmica dos princípios de organização que operam em sistemas vivos e não vivos, apresentada como Ciência Universal da Organização e definida como 'a totalidade de conexões entre elementos sistêmicos'" (CAMPOS, 2012). Pode parecer complexo, a primeira vista. Mas, em linhas gerais, trata-se da atribuição da interdisciplinaridade como peça fundamental na formação dessas conexões, de modo que me surpreendi quando descobri que uma de minhas frases favoritas na vida veio de Bogdanov e eu nem ao menos sabia disso.


Já explico. Acontece que há um tempo vi um filme que deveria ser infanto-juvenil e talvez até seja, mas como acontece em muitas animações da Disney, por exemplo, esse longa em questão foi muito além de ser apenas mais um filme estilo "sessão da tarde". Falo de "Flipped", em português traduzido para "O primeiro amor". Não confundam, não é o clássico com Macaulay Culkin...



Esse conta a história de Juliana Baker. Juli Baker, como também é chamada, não só é minha xará, como também tem muito em comum comigo enquanto personagem: é doce, determinada, sensível e sonhadora. Um dia, enquanto observava seu pai pintar um quadro, ouve do mesmo: e tem, como uma de suas falas icônicas no roteiro, a frase: ""

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