Escritora

Juliana escreve desde que se lembra.

Aos 8 anos já escrevia pequenos poemas, arriscava-se nas rimas simplórias e lia com ânimo os gibis da turma da Mônica que seu pai comprava. Era, até então, a única maneira que gostava de ler.

 

Aos 11, no entanto, conheceu as histórias de Pedro Bandeira e começou a se refugiar na pequena biblioteca da escolinha. Foi quando esbarrou com o universo mágico de Harry Potter e resolveu que queria criar também histórias com aqueles personagens. Escrevia fanfics no saudoso Orkut e lá fez leitores, que se tornaram amigos, que a acompanham até hoje.

Aos 14 anos, motivada por sua irmã mais velha, deu início a seu primeiro livro, seus primeiros personagens próprios. Doze anos depois, a história ainda está em processo de maturação e não pretende publicá-la agora, pois acredita que tudo tem seu tempo. Algumas histórias precisam ser ditas antes.

Um curta que marcou muito sua vida foi "Os fantásticos livros voadores de Modesto Máximo". Confessa que se emociona toda vez que o vê. Suas principais inspirações literárias são Pedro Bandeira, Lygia Fagundes Teles, Ariano Suassuna,  J.K.Rowling, Ken Follet e - ousa dizer, seu autor favorito -, Markus Zusak.

Seu maior desejo, como escritora, é ser lida. Acredita que qualquer anseio diferente desse, como ganhar prêmios ou reconhecimento, nasce do ego e não do verdadeiro propósito de se fazer escrita: ela só quer ser lida.

Artesã auto-didata em cerâmica e porcelana fria (biscuit), além de entusiasta de pequenos restauros, por ter noções de uma quase esquecida graduação em Museologia.

Começou como medida terapêutica e se tornou paixão, redescoberta e conexão consigo mesma. Ela perde completamente a noção de tempo ao mergulhar nas peças e é preenchida por uma imensa paz ao sujar as mãos de massa.

Atualmente, construiu um pequeno espaço que utiliza como Ateliê, no segundo andar da casa dos pais. Sonha em transportá-lo a um lugar seu, transformá-lo num espaço colaborativo e nascente de talentos, arte e pessoas tão loucas e sonhadoras quanto ela.

Seu caminho, como artista, é plural. Se reinventa e redescobre o tempo todo, mas uma certeza continua a mesma: como diria Einsten, "a criatividade é mais importante que o conhecimento".

Artista

Já percorreu diversos caminhos até se encontrar na comunicação. Foi difícil se encaixar socialmente, já que nenhuma área (até hoje) comporta tudo que tem de anseio dentro de si. Já tentou fazer uma faculdade apenas pelo diploma. Já desistiu de graduação. Passou para quase todas as universidades federais do Rio de Janeiro, cada hora num curso diferente.

 

Em 2013 fez Museologia pela UNIRIO, mas largou um ano depois. Em 2015, um período apenas de Produção Cultural no IFRJ - não se adaptou nem um pouco. Na época, já trabalhava há um ano como técnica de enfermagem numa unidade de pronto atendimento na ZO. Pensou que queria medicina. Depois, enfermagem. Chegou a passar para Enfermagem na UFRJ, mas não foi cursar. Na UFF, poderia ter feito Direito na mesma época que optou por Museologia na UNIRIO. Depois de muita confusão, desistiu. Achou que faculdade não era pra si.

 

Até que, em 2018, ficou doente por esgotamento profissional. Passou sete meses afastada, em tratamento, recuperando-se. Foi quando lembrou que, lá em 2013, no início de sua saga acadêmica, sua mãe havia falado para ela fazer jornalismo, já que queria mesmo ser escritora. 

 

Atualmente é graduanda de Comunicação Social pela Universidade Veiga de Almeida- UVA, com habilitação em Jornalismo. Caminha para o quarto período e pela primeira vez se vê formada numa área. Pretende finalizar sua graduação não só em jornalismo, mas habilitar também em marketing e publicidade.

Idealizadora do Tekton, espaço de textos e reportagens autorais e colaborativas.

Os jornalistas são os trabalhadores manuais, os operários da palavra. O jornalismo só pode ser literatura quando é apaixonado.

Marguerite Duras

em formação

Jornalista

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©2020 por juliana líbano